Sunday, May 31, 2009

Centros…

Reparei, e vocês também devem ter reparado, que a frequência dos meus posts caíram um pouco… voltando às origens desse blog, lembro de ter dito que eu escreveria aqui o que eu quero falar… e o que eu tenho percebido é que eu estou tendo a oportunidade falar o que eu quero falar antes de ter a oportunidade para escrever aqui… isso não faz da minha diminuição de frequência uma coisa necessariamente ruim… afinal, boa parte das coisas que eu escrevo, ou melhor, praticamente todos os posts “filosóficos”, são recados que eu queria dar a alguém… não tendo a oportunidade de falar com a pessoa, ou achando que as pessoas não estão “prontas” para ouvir, escrevo aqui, mesmo sabendo que existe chance das pessoas não lerem… ou seja… 

Bom, toda essa introdução foi pra justficar essa minha ausência de quase duas semanas… o que eu vim falar aqui é mais um fruto dos “7 Hábitos”… 

O hábito 2 fala de liderença pessoal… e faz uma interessante analogia para diferencia liderença de gerência… a explicação só não veio parar aqui pois, como eu disse, o recado foi dado pessoalmente… but, feel free to ask que eu escrevo aqui, sem problemas… aliás, abre parênteses, acho que as pessoas que “me lêem” interagem muito pouco… muitos não comentam, pouquíssimos pediram opiniões, ninguém pediu post sobre um determinado assunto… fecha parênteses… 

Hoje eu quero escrever sobre Centros… citando o autor, “é aqui que lidamos com a nossa visão e nossos valores. É aqui que usamos nossos dons de autoconsciência para examinar os mapas (talvez isso não faça sentido pra quem não leu), e adotarmos princípios corretos, garantir que eles descrevam acertadamente o território e também que nossos paradigmas estejam baseados em princípios e realidades. São as lentes que usamos para observar o mundo.” 

Segundo o autor, podemos estar centrados em várias coisas: 
- no cônjuge/família 
- no dinheiro/bens 
- no trabalho 
- na igreja 
- no prazer/amigos 
- nos inimigos 

Como eu sempre digo, não existe certo/errado… mas para cada um, há consequências… às vezes não identificamos qual o nosso centro, mas ao lermos a descrição de cada um, você muito provavelmente perceberá qual o seu centro… e perceberá que houve épocas nas quais o seu centro era outro… ultimamente, acho que o meu centro está no trabalho, e a Dridri tá aí pra não deixar eu mentir… como eu disse, não existe certo/errado, mas todos têm consequências… 

O engraçado, pra não dizer triste, é que se as pessoas não estão conscientes das consequências negativas de cada centro, elas terão orgulho de seu centro… elas acharão que estão no caminho certo, e eu não fui diferente, mas isso não quer dizer que mudei, ainda… 

Bom, fico por aqui… em breve um churrasco com violão… como eu “Twittei”, violão com corda de aço em tempo frio é duro para os dedos, mas vamo que vamo… 

1234 SEMPRE!

Sunday, May 17, 2009

Proatividade… a outra…

Sutil momento de desabafo… mesmo sabendo que quem precisa ler isso não lerá… ops, sorry… apesar da opinião da Dridri, continuo dizendo que ninguém precisa de nada… então, refraseando… 

Sutil momento de desabafo… mesmo sabendo que as pessoas para quem essa leitura poderia ser interessante não lerão, escrevo… 

Qualquer semelhança aqui não é mera coinciência… a figura é cópia do que a Dridri me mandou e o conteúdo é do livro “O 8° Hábito”. 

A intenção aqui é falar sobre a proatividade… a outra aquela “empresarial”… o livro traz uma escala de proatividade que eu achei interessante, e às vezes é muito fácil determinar em qual ponto as pessoas estão, nós inclusive… e, independente de onde estejamos, a falta de um objetivo, como descrito no hábito 2, talvez não nos leve a lugar algum… 

Bom, apresento a vocês a escala da proatividade: 

image 
Confesso que ainda careço da leitura para compreender certos pontos… por exemplo, existe, do lado esquerdo o que parece ser a transição da confiabilidade para a confiança… mas eu não sei dizer se as iniciativas são causa ou consequência… 

Eu precisei parar de escrever esse post no meio para almoçar fora e perdi a linha do raciocínio… eu fico por aqui e lembrando do que eu queria dizer, eu complemento com outro post depois… 

1234 SEMPRE!

Sunday, May 03, 2009

Electric Dreams vs. Growing Up

Post no mesmo dia, porém curto! 

A gente cresce! É interessante o quanto a gente se contextualiza! 

Na onda de baixar e rever/assistir filmes, eu baixei “Electric Dreams”… o filme é de 1984 (e eu sou de 1980) e devo ter assistido esse filme com 6 ou 8 anos… hoje, com 29, tem muito mais coisa fazendo sentido do que naquela época… é engraçado… ok… só isso… 

Fico por aqui… eu quis postar também a trilha sonora do filme, mas o seeqpod tá fora do ar, então, fica o YouTube mesmo…



Segue também o trailer:

E o video da música que é tocada mais ou menos no começo do filme… aliás, interação é o que faz a música divertida… seja numa banda, ou seja eu tocando e alguém cantando, etc… nesse filme tem esse exemplo (o final tá em Francês, mas o filme é Americano):


Estou na última taça do vinho que eu comecei no post anterior… acabando por aqui, vou caçar comida…

1234 SEMPRE!

Aprendendo…

Hoje eu pretendo falar sobre o processo de aprendizado… o jogo do Santos e Corinthians tá rolando, mas como o Mumu não respondeu minha mensagem, e a Aline tá doente e com preguiça, estou assistindo o jogo em casa… então, por mais estranho que pareça, eu abri uma garrafa de vinho, deixei a TV ligada sem som e estou escrevendo…

Hoje eu resolvi falar um pouco sober o processo de aprendizagem… na verdade, sobre os estágios no processo de aprendizagem…

Os estágios são:
1. Inconsciente e incompetente
2. Consciente e incompetente
3. Consciente e competente
4. Inconsciente e compentente

Primeiro estágio: Inconsciente e incompetente.
Nesse estágio, não sabemos o que não sabemos. Você não sabe o que tem para ser aprendido, e por isso, não aprendeu. Essas frases podem ser confusas e não vou me atrever a tentar explicá-las. Só saibam que ela não são tão óbvias o quanto parecem e se quiserem mais explicações, a gente continua. É que eu acho que lendo os próximo estágios, essa frase fará mais sentido.

Segundo estágio: Consciente e incompetente.
Aqui, você sabe o que não sabe. Você sabe o que tem para ser aprendido, mas não aprendeu ainda. Você é consciente daquilo que você não sabe.

Terceiro estágio: Consciente e competente.
Nesse estágio, você sabe o que sabe. Você soube o que você tinha que aprender, e aprendeu.

Quarto estágio: Inconsciente e competente.
Aqui, você não sabe o que você sabe. As coisas são intuitivas que você não sabe tudo o que você sabe pra fazer alguma coisa. É como andar. Você sabe ensinar alguém a andar usando palavras? Muito provavelmente não… é intuitivo… (gol do Santos) …você pode até tentar: “Ah, é só botar um pé na frente do outro e se equilibrar… aí você põe o pé que tá atrás na frente do outro pé e por aí vai”… é o suficiente? Provavelmente não… (gol du Curíntia)

Entenderam os quatro estágios? Provavelmente a explicação aqui tenha sido sucinta demais e o entendimanto careça de uma reflexão… não que isso vá mudar a sua vida, mas a compreensão é interessante… isso tudo é literatura e não tem mérito meu em explicar expor isso…

De qualquer maneira, o meu objetivo aqui hoje não era falar dos estágios, e sim da consequência de estarmos em cada estágio… aliás, aqui é que está o mérito de hoje… e ele é do meu professor de música… gente, se vocês pararam pra pensar, talvez cheguem na mesma conclusão: os estágios 1, 3 e 4 são confortáveis… no 3 e no 4 por sabermos o que temos que saber… no 1, por não sabermos o que temos que saber… esses são estágios que provavelmente não nos levarão a lugar algum (no caso do 3 e 4, talvez já levaram a onde tinham que levar)… o estágio 2, porém, é onde estamos em situação de desconforto… temos consciência do que não sabemos e aprendermos essas coisas nos levam pra frente…

Obviamente, tudo depende do contexto… depende do que estamos a aprender… e vou citar os dois casos onde vi essa explicação dos estágios sendo exposta:
O primeiro deles foi na música… onde o meu professor disse que temos que nos esforçar para aprendermos o que não sabemos… pra isso, temos que tomar consciência do que não sabemos, por outro lado, insistirmos no que sabemos (consciente ou inconscientemente) não nos levará além da perfeição naquele único quesito/técnica…
O segundo deles foi no Meta… e no caso, a consciência girava em torno comportamento de pessoas genuinamente magras (não entrarei em detalhes desse conceito)… aí, no primeiro estágio, a gente não sabe por que os gordinhos são gordinhos e os magros são magros… no segundo estágio, a gente sabe porque os magros são magros, mas ainda não aprendemos a agir como eles… no terceiro caso, fazemos os que os magros fazem, mas isso exige esforço consciente… fazemos porque queremos ser magros… aí, o quarto e ideal estágio para qualquer “item de aprendizado” (desde que a gente não estacione, espero que isso tenha ficado claro) é que a gente tenha comportamentos de magro não por querer se manter magro, mas por ser magro…

O segundo tempo do jogo acabou de começar… minha garrafa de vinho está quase no fim… e como parei de escrever, vou tocar meu violão até a garrafa terminar… vinhos tornam os meus momentos de introspecção mais interessantes e/ou produtivos…

Fico por aqui… 1234 SEMPRE!

PS. Tenho gente pra levar no curso… e talvez, a consequência dessa minha intenção seja a de cumprir um dos itens da minha “Bucket List”

Friday, May 01, 2009

Maior amor…

O amor é mensurável? Nessa minha onda de baixar filmes, o último que eu baixei pra rever foi “Romeu e Julieta”, a versão de 1996… aí, nos meus devaneios, eu me perguntei qual terá sido o maior dos amores que o mundo já viu e parei pra pensar nos maiores “amores” que eu vi… 

Romeu e Julieta 
Sam e Molly em Ghost 
Noah e Allie em “The Notebook”/“O Caderno de Noah” 
Seth e Maggie em “Cidade dos Anjos” 
Mr. Darcy e Lizzie em “Orgulho e Preconceito” 
Landon e Jamie em “Um Amor para Recordar” 
Robert e Francesca em “As Pontes de Madison” 
Dracula e Elizabetha em “Dracula de Bram Stoker” 
Jack e Rose em “Titanic” 
Jesse e Celine em “Before Sunrise/Sunset” 
Aragorn e Arwen em “O Senhor dos Anéis” 
Ross e Rachel em “Friends” 
Forrest Gump e Jenny 
Kevin Arnold e Winnie Cooper em “Anos Incríveis” 

Existe jeito de dizermos qual foi o maior? Ah, caso eu tenha esquecido de algum, let me know que eu atualizo a lista… 

Post curto de novo! \o/ 

Fico por aqui! 1234 SEMPRE! Tô precisando levar alguém no curso…

Thursday, April 23, 2009

Time for a change…

Sim… eu mudei o nome do blog… será que todos perceberam isso antes de lerem aqui? Acho que os posts desde que “reativei” o blog não tinham muita relação com o título antigo… então, mudei… 

Post curto para o alívio de alguns… 

Fico por aqui! 1234 SEMPRE!

Sunday, April 19, 2009

August Rush…

Acabei de assistir o filme “August Rush”, em Português, “O Som do Coração”… 



“You never quit on your music, no matter what happens… because any time something bad happens to you… it’s the one place you can escape to let it go.”

“Music is all around us... all you have to do is listen.”

Fica a recomendação…

Trabalho…

Post longo… adoro… há quem diga que não lê os posts longos… eu lamento, pois eu acho que tem coisa que eu escrevo que vale a pena ser lida… e tudo na vida tem um preço… inclusive não ler o que eu escrevo… 

Então vamos lá... pergunto: você gosta do seu emprego? Você está feliz com o seu emprego? Gostando ou não do emprego, você se relaciona bem com o seu chefe? Se relacionando bem ou não com o seu chefe, você gosta dele? (sim, acho que são coisas diferentes) 

Eu escrevi um post que eu não publiquei sobre a fraqueza humana, coisa que eu extraí do filme “Batman - The Dark Knight”… o filme conseguiu explorar bem, aliás, o Coringa no filme, conseguiu explorar bem a fraqueza humana… talvez eu ainda poste aquilo aqui, de qualquer maneira, toda aquela fraqueza era ficção, embora pudesse ser bem verdade na vida real… 

E que relação tem o segundo parágrafo de hoje com o terceiro? 

Tem um post em um blog que eu li que eu vou copiei aqui na íntegra (e sem censura) para caso esse blog deixe de existir algum dia: 

“FUI DEMITIDO. JUSTA CAUSA 

É, amigos. Parece que teremos mais um blogueiro (odeio esse termo) nessa vidaloka de internet 24h por dia, 7 dias por semana. Esse blogueiro, acreditem, sou eu. Pois é. Tristeza para uns (eu), tristeza para outros (vocês). E agora estou postando de uma lan house, aqui na rua da Amargura (passei o ano inteiro esperando só pra fazer essa piada hahahaha riam). 
Como estagiário, aprendi milhões de coisas e fui muito bem sucedido nas minhas funções. Juro que não entendo o porquê de me demitirem… Eu tinha várias funções que fazia com excelência, entre elas: 
1. Tirar xerox. 3.1 segundos por página. Contando o tempo pro multifuncional ligar, claro. 
2. Passar café. Sério… chamem a Ana Maria Braga, o Hugo, a Palmirinha… meu café faz as pessoas ficarem apaixonadas. Não sei porque eu disse isso, mas ok.. valeu pra reforçar. 
3. Comprar cigarro e pão. 1 minuto e 27 segundos. Ida e volta. 
4. Fazer jogos na Mega-Sena, Dupla-Sena, Lotofácil, Loteria Esportiva… Como manjo de futebol, ainda tinha que falar quem seria o vencedor das partidas. Se eu errasse, me faziam pagar pela aposta. Se eu acertasse… bem, nunca acertei, porque sempre mandei o pessoal apostar em vitória do Corinthians… hahahaha pena que ele nunca ganha hahahaha. 
Eu era muito bom. Mesmo. Fazia tudo bonitinho, certinho, até que peguei uma certa confiança com o pessoal e resolvi fazer uma brincadeirinha inocente. É impressionante o nível de stress e conturbação em um ambiente de trabalho. Quis dar uma amenizada na galera, deixar o povo feliz e fui recompensado com uma bela de uma demissão por justa causa. Puta sacanagem! 
Vou contar toda minha rotina desse dia catastrófico. Era quinta-feira, 26 de março, quando cheguei ao trabalho. Era longe e, por isso, eu chegava cedo. Não porque era longe, mas porque meu amigo me dava carona até um lugar “pertinho” dali. Pertinho tá entre aspas porque não era tããããão perto assim. Eu tinha que andar mais 6 km a pé pra chegar na agência. Chegava todo dia umas 7h30 da manhã, quando, na verdade, era pra chegar umas 11h, devido a essa nova lei de estagiário. Eu era feliz. Não ligava mesmo. Nem pelo salário mínimo que mal me pagavam. 
Nesse dia, passei na padaria no meio do caminho. Demonstrando muita proatividade, comprei pão e 3 Marlboro. Já queria ter na mão sem nem mesmo me pedirem. Quando abri a agência (sim, me deixam com a chave porque o pessoal só começa a chegar lá pelas 11h), já vi uma montanha de folhas para eu xerocar na minha mesa. Xeroquei tudo, fiz café e deixei tudo nos trinques (minha mãe que usa essa gíria rs). Como tinha saído um pouco mais cedo no outro dia, deixaram um recado na minha mesa: “pegar o resultado da mega-sena na lotérica”. Como tinha adiantado tudo, fui buscar o resultado lá. No meio do caminho, tive a ideia mais genial da minha vida e, consequentemente, a mais estúpida. 
Peguei o resultado do jogo: 01/12/14/16/37/45. E o que fiz? Malandro que sou, peguei uns trocados e fiz uma aposta igual a essa no caixa. Joguei nos mesmos números, porque, na minha cabeça, claro, minha brilhante ideia renderia boas risadas. Levei os 2 papeizinhos (o resultado do sorteio e minha aposta) para a agência novamente. Ainda ninguém tinha dado as caras. Como sabia onde o pessoal guardava os papeis das apostas, coloquei o jogo que fiz no meio do bolinho e deixei o papel do resultado à parte. 
O pessoal foi chegando e quase ninguém deu bola pros jogos. Da minha mesa, eu ficava observando tudo, até que um cara, o Daniel, começou a conferir. Como eu realmente queria deixar o cara feliz, coloquei a aposta que fiz naquele dia por último do bolinho, que deveria ter umas 40 apostas. Coitado, a cada volante (sim, esse é o nome dos papelzinho com as apostas lá, rs) que ele passava, eu notava a cara de desolação dele. Bem triste. Foi quando ele chegou ao último papel. Já quase dormindo em cima do papel, vi ele riscando 1, 2, 3, 4, 5, 6 números. Ele deu um pulo e conferiu de novo. Esfregou os olhos e conferiu de novo, hahahaha. Tava ridículo, mas eu tava me divertindo. Deu um toque no cara do lado, o Rogério, pra conferir também. Ele olhou, conferiu e gritou: “PUTA QUE PARRRRRRRRIUUUUUUUUUU, TAMO RICO, PORRA”. Subiu na mesa, abaixou as calças e começou a fazer girocóptero com o pau. Enquanto isso, o Daniel pegou o telefone e ligou pra casa chorando, berrando que tinha ganho na Mega-Sena. Óbvio que isso gerou um burburinho em toda a agência e todo mundo veio ver o que estava acontecendo. Uns 20 caras faziam esse esquema de apostar conjuntamente. 8 deles, logo que souberam, não hesitaram: correram para o chefe e mandaram ele tomar bem no olho do cu e enfiar todas as planilhas do Excel na buceta da arrombada da mulher dele. No meu canto, eu ria que nem um filho da puta. Caí da cadeira de tanto rir. Todos parabenizando os ganhadores (leia-se: falsidade reinando, quero um pouco do seu dinheiro), com uns correndo pelados pela agência e outros sendo levados pela ambulância para o hospital devido às fortes dores no coração que sentiram com a notícia. 
Como eu não conseguia parar de rir, uma vaquinha (leia-se: mulher) veio perguntar do que eu ria tanto. Eu disse: “puta merda, hahahahahahahaha esse jogo que hahahahahahaaha ele conferiu hahahahahaha eu fiz hoje de manhã hahahahahahaahahahahahaha”. A vaca me fuzilou com os olhos e gritou que nem uma putalouca: “PAREEEEEEEEEEM TUDO, ESSE JOGO FOI UMA MENTIRA. UMA BRINCADEIRA DE MAU GOSTO DO ESTAGIÁÁÁÁÁÁÁRIO, AINDA POR CIMA.” Todos realmente pararam olhando pra ela. Alguns com cara de “quê?” e outros com cara de “ela tá brincando”. O cara que tava no bilhete na mão, cujo nome desconheço, olhou o papel e viu que a data do jogo era de 27/03. O silêncio tava absurdo e só eu continuava rindo. Ele só disse bem baixo: é… é de hoje. Nesse momento, parei de rir, porque as expressões de felicidade mudaram para expressões de ‘vou te matar’. Corri… corri tanto que nem quando eu estive com a maior caganeira do mundo eu consegui chegar tão rápido ao banheiro. Me tranquei por lá ao som de “estagiário filho da puta”, vou te matar, desgraçado” e “vou comer teu cu aqui mesmo”. Essa última foi do peladão, hahahaha. 
Eu realmente tinha conseguido o feito de deixar aquelas pessoas com corações vazios, cheios de nada, se sentirem feliz uma vez na vida. Deveriam me dar uma medalha por eu conseguir aquele feito inédito. Mas não… só tentaram me linxar e colocaram um carimbo gigante na minha carteira de trabalho de demissão por justa causa. Belos companheiros! 
Pelo menos levei mais 8 neguinho comigo, hahahahaa. Quem manda serem mal educados com o chefe. Eu não tive culpa alguma na demissão deles. Pena que agora eles me juraram de morte, hahahaha… tô rindo de nervoso. Falei aqui em casa que fui demitido por corte de verba (consegui justificar dizendo que mandaram mais 8 embora, rs) e que as ligações que tenho recebido são meus amigos da faculdade passando trote, hehehehe. Eu supero isso vivão e vivendo, tenho certeza. 
É, amigos, descobri com isso que não se pode brincar em serviço mesmo. 
:/” 

Brincadeira criativíssima! Resultados inesperadíssimos! Na minha opinião, interessantíssimos! Quisera eu poder fazer isso onde eu trabalho, mas, por uma questão de integridade/comprometimento, a gente revela e registra por e-mail as apostas que serão feitas, mas eu ainda darei um jeito de fazer essa brincadeira… 

Ok, sobre a atitude dos 8 que foram demitidos… o que dizer? Acho que o nosso amigo conseguiu fazer com que eles expossem o real sentimento que eles tinham do chefe e do trabalho deles… a pergunta que fica é: por que nunca tomaram uma atitude? Outro comportamento interessante foi a falsidade entre os que parabenizavam os ganhadores… será que realmente estavam felizes por dentro? (eu acho que a gente tem que dar parabéns quando estamos felizes pela pessoa) 
E continuo: qual terá sido a reação dos “não participantes do bolão” quando eles viram que tudo não passou de um brincadeira? Eu sinceramente acho que eles ficaram mais felizes…

Com relação à atitude dos ganhadores, fica o comentário de que eles têm vocação pra serem escravos… isso veio de um video bem interessante que eu vi aqui (não “embuti” o video aqui de propósito… chegar até aqui e achar o link pra esse video é recompensa dos leitores não-preguiçosos)… aliás, recomendo assistirem a segunda parte desse video… 

Gente, com relação ao gostar do seu trabalho, eu gostaria de fazer referência a outro blog… aliás, o assunto desse parágrafo tava engatilhado na minha lista de ideias para posts e achei oportuno colocar aqui agora… fica a minha forte recomendação para lerem esse post… mas como eu sei que esse meu post está excepcionalmente longo, não vou pedir para que leiam outro post e por isso coloco aqui o link direto para o video… e assim como está escrito no post que referenciei, recomendo verem o video até o final… vale a pena!

Saturday, April 18, 2009

Aparências…

Quem tem uma memória considerável, talvez ainda lembre das propagandas da Sprite que diziam “Imagem não é nada. Sede é tudo”. Esqueçam a parte da sede por enquanto… esse “imagem não é nada” é algo com a qual eu não concordo muito… eu acho que a imagem de uma pessoa normalmente diz muito a respeito dela… “normalmente” quer dizer que há exceções… talvez eu continue defendendo esse ponto de vista em outro post… mas hoje eu vim falar das exceções… 

Ok… já estraguei a surpresa, mas dêem uma olhada nessas duas pessoas: 


Elas foram a um show/concurso dizendo que cantariam… o que te vem em mente ao examinar essas fotos? Não respondam pois muito provavelmente vocês sentirão vergonha da sua opinião pré-formada… eu tive essa opinião e o juri do “Britain’s Got Talent” também teve… 

Seus nomes são Paul Potts e Susan Boyle… 

No caso do Paul Potts, acho que ele percebeu a ceticismo do juri e eu diria pela expressão dele, que ele já passou por situações parecidas antes… a Susan pareceu que não tinha tinha nada a perder… mas eu quero chamar a atenção para a cara dos jurados… não estou julgando pois, como eu já disse, tive exatamente a mesma impressão que eles… esse, até onde sei, é o terceiro ano desse show e eles devem ter visto muita coisa ruim que talvez fez com que eles julgassem pela aparência… mas a transformação da expressão deles é algo que dá gosto de ver… aliás, tanto deles quanto da plateia… 

Ficam então os videos do Paul Potts e da Susan Boyle.

Fico por aqui… 1234 SEMPRE!

Sunday, April 12, 2009

Yes Man!

Uma coisa que eu fiz nessas férias que eu normalmente não faço, mas que começarei a fazer, é baixar filmes… nessa última semana, eu assisti Kung Fu Panda, Sete Vidas, Juno (novamente), Cloverfield, Wall E e Sim Senhor… gostei de todos… uns mais, outros menos… mas o que eu achei mais interessante foi o “Sim Senhor”… 

Pergunto-me… será que dá pra gente levar uma vida “Sim Senhor”? O conceito é interessante… e as consequências parecem ser… eu vou tentar… por pelo menos um mês, eu vou tentar… let’s see what happens… 

Obviamente, uma coisa que eu acho que uma coisa na qual posso esbarrar é a mesma coisa que o Carl (personagem do Jim Carrey) esbarra no filme, que é as pessas acharem que você topou alguma coisa por “ter que” dizem sim e não por querer… anyway, vamos ver o que acontece… 

Eu parei pra pensar em coisas que eu deixei de fazer recentemente e a lista não é pequena... pra constar: jogar vôlei de areia, participar de bolões de loteria, ir a um show sertanejo, assistir uma palestra sobre Budismo, assistir uma palestra sobre Ufologia, ir numa balada, entre outras... como eu disse, let's see what happens...

A primeira coisa que me aconteceu após assistir esse filme foi um convite para ir ao shopping… comecei a escrever aqui enquanto o filme estava passando, e ele acabou agora… vou me arrumar e sair… 

Fico por aqui! Peace! 1234 SEMPRE!