Fico por aqui... 1234 SEMPRE!
Monday, September 28, 2009
Razão...
Fico por aqui... 1234 SEMPRE!
Thursday, September 17, 2009
Citação...
Thursday, September 10, 2009
Sucesso...
Saudações! Vou aproveitar esse tempinho que apareceu de manhã (vou chegar no trabalho mais tarde por motivo de força maior) para falar sobre alguns pontos de vista recentes que eu vi/ouvi sobre “sucesso”. Na verdade, foi o segundo que me incentivou a escrever, mas o primeiro é interessante…
Até hoje em dia, dicionários ainda definem sucesso como “um nível de status social”, “realização de uma meta ou objetivo”, “a obtenção de riqueza, posição, honras etc”… embora, sob um ponto de vista, essas definições podem não estar erradas, há mais coisas a serem consideradas do que simplesmente no que consta nessas definições…
De uns tempos pra cá, eu vejo que o significado de sucesso vem sendo constantemente redefinido… o motivo disso, pela minha percepção, é que sucesso é uma coisa que todos buscam… e a ideia primária que as pessoas tinham (ou ainda têm) de sucesso ainda gira em torno de dinheiro… aliás, abre parênteses, dinheiro ponto, e não dinheiro como fruto de trabalho. Embora eu não tenha conhecido ninguém que ganhou na loteria, acredito fortemente que a maioria das pessoas terão uma ideia de sucesso em torno de alguém que ganhou na MegaSena, por mais que tenha sido por sorte que ela ganhou. Fecha parênteses. (aliás, tem gente que ainda insiste há técnicas para escolha de números, e eu gostaria que alguém tentasse desenvolver esse raciocínio comigo).
Continuando então, a ideia de sucesso pra muita gente ainda gira em torno de dinheiro, mas com o tempo, talvez por falta de sucesso nesse sentido para a maioria das pessoas, surgiram essas redefinições de sucesso que eu diria que, em alguns aspectos, já viraram até ditados populares, por exemplo: “Dinheiro não traz felicidade”. Não estamos aqui pra discutir se isso é/está certo ou errado (embora eu concorde), mas eu achei interessante alguns pontos de vista que tornam o sucesso mais atingível.
Um das definições de sucesso que eu encontrei, e que não mencionei no segundo parágrafo é “resultado próspero”. E uma das definições de “próspero” é “feliz”.
Voltando então, o primeiro ponto de vista que eu vi sobre sucesso é que é bom aceitarmos a ideia de que não podemos ser bem sucedidos em tudo. E por que achei isso interessante? É porque nessas redefinições de sucesso que surgiram, chegou-se a criar a ideia de que devemos ser bons em tudo! Bons pais, trabalhadores, membros de equipe, cidadãos, etc… nisso, o que eu enxergo nas entrelinhas é “ser bom, é ser bom o suficiente… é não ser ruim”, então o recado aqui é “ser bem sucedido é não ser ruim em nada”. Se o sujeito não é ruim em nada, ele é bem sucedido. Válido, sim… generalizável, não… existe uma diferença entre “bom” e “bom o suficiente”… e, minha opinião, não é sendo bom o suficiente que resulta em resultados extraordinários… aliás, não é sendo bom que obtemos resultados extraordinários… resultados extraordinários normalmente resultam de sermos excepcionais… e, como eu já digo incansavelmente (aliás, um adendo, percebo que essa ideia tá entrando na cabeça das pessoas), tudo na vida tem um preço… voltando então ao primeiro ponto, o que eu achei interessante nessa reflexão sobre o sucesso, é o de aceitarmos o fato de que não podemos ser bem sucedidos em tudo. Para os que acham que isso é um comentário conformista, cito uma frase de Millôr: “Não é que com a idade você aprenda muitas coisas; mas você aprende a ocultar melhor o que ignora.”
Bom, escevi muito sobre o primeiro ponto de vista… o segundo fica pra depois…
Peace! 1234 SEMPRE!
Saturday, September 05, 2009
Exemplo... eu acho...
Ontem, eu tive um claro exemplo do que é falta de honestidade e falta de integridade...
Antes de continuar, aviso que não estou julgando certo ou errado, não estamos aqui pra isso... só quero mostrar quais as consequências... e porque eu vejo que isso é um hábito de pessoas altamentes eficazes... então, se a pessoa (cujo nome não citarei) vier a ler isso, por favor não se ofenda, mas, mais do que talvez qualquer pessoa que vier a ler isso, faça a reflexão...
Contexto: dois hotéis (hotel 1 e hotel 2, só pro Mumu ver como sou didático)... 1km de distância entre um e outro... a pessoa em questão estava hospedada no hotel 1, e estava nos visitando no hotel 2... ela estava esperando uma visita no hotel 1... essa visita lhe disse (quero crer) que ligaria no meio do trajeto para avisar que estava a caminho do hotel 1... a pessoa, também crendo que a visita ligaria, planejava informar que estava no hotel 2 e que ela poderia se dirigir pra lá...
O que houve: a visita não ligou... foi direto ao hotel 1 e ao chegar, ligou para a pessoa... a pessoa atendeu e disse: "Já chegou? Em 2 minutos estarei aí..."
Consequência: levantou e quis ir embora... aí as pessoas que estavam juntos com ela quiseram ir no banheiro, pegar a bolsa no quarto, pagar a conta do que estavam consumindo... etc... e a pessoa começou a ficar irritada com tudo e quase todos... (só pra constar, eu não ia com ela no hotel 1, não fui vítima da irritação, caso achem que estou desabafando ou justificando qualquer coisa)... e digo mais, elas iriam de táxi, e não tem ponto perto do hotel 2...
Análise: a pessoa, na opinião de vocês foi honesta? Eu acredito que não... A pessoa foi íntegra? Eu acredito que não...
Qual o procedimento, na minha opinião, eficaz: quando a visita ligou, o discurso poderia ter sido: "Ô visita, eu estava esperando uma ligação sua quando você estivesse no meio do caminho. Estou em um hotel a 1km daí e consigo chegar 10-15 minutos... você prefere vir aqui?" Assim, a pessoa teria adequado as palavras dela à realidade... o que teria justificado o atraso dela para voltar ao hotel 1... e a pessoa teria adequado a realidade às palavras dela, dizendo que chegaria em 10-15 minutos... e não em 2... creio que ela não teria ficado irritada e irritado boa parte das pessoas que estavam lá...
É... acho que ficou confuso, mas não vou ficar explicando tudo aqui não... rs... para os que não sabem, estou no Rio de Janeiro... no hotel 2, de frente pra praia da Barra...

É isso… 1234 SEMPRE!
Monday, August 31, 2009
Devaneios aleatórios...
1234 SEMPRE!
Tuesday, August 25, 2009
Pentatônica na cabeça...
Post alegre… nada de broncas hoje… eu vi um video que eu achei muito bacana que eu quis compartilhar com vocês… pra uma pessoa como eu, que tem música muito presente na minha vida, é muito legal saber que a musicalidade, em algum nível, está presente na vida de todos…
Segue o video:
Pra colocar um pouco de contexto… o sujeito é o Bobby McFerrin, é o sujeito que compôs “Don’t Worry, Be Happy”… ele começa o video dizendo algo sobre expectativas… o resto vocês viram…
A escala que o povo cantou é uma escala pentatônica… e eu arriscaria dizer que nem metade das pessoas que estavam ali sabia o que é uma escala pentatônica (se não fosse um evento indiretamente músical, eu diria que nem 10% saberia), no entanto, a escala saiu… eu achei o cara extremamente carismático… e a experiência curiosa…
Post curto… é isso… espero que tenham gostado do video…
Saturday, August 22, 2009
Blah...
É a primeira vez em semanas (ou meses) que eu, por vontade, e não por “necessidade” resolvo sentar pra escrever… a consequência positiva disso é que eu consigo olhar para os tópicos que eu tenho na fila e escolher um…
O tópico de hoje é mais um proveniente dos “7 Hábitos”… e tem a ver com a responsabilidade… muito provavavelmente já tem gente ficando cansada desse assunto, mas vejo que essa refllexão se faz necessária…
Creio que esse post será curto…
Eis uma frase que eu li no livro: “Cada vez que pensamos que o problema não é nosso, essa atitude é o problema.”
Particularmente, eu enxerguei “problema” nessa frase com o sentido de “culpa”… e eu já escrevi sobre isso aqui… mas eu vim dar um exemplos de como essa coisa se manifesta…
Casos verídicos…
No primeiro caso que eu gostaria de mencionar, uma pessoa fez um comentário que não agradou alguém… eu conversei com as duas pessoas envolvidas… obviamente, como talvez muitos já possam concluir, eu, na minha característica neutralidade, achei que ambos estavam errados… por um lado, pelo fato de terem se deixado atingir por comentário tão banal (sorry, mas não serei específico com relação ao conteúdo)… é curioso como a opinião negativa sobre algo nos incomoda… o mesmo incômodo não seria gerado se a opinião fosse positiva e vinda da mesma pessoa… o que me leva a concluir que, no fundo, no fundo, o comentário incomoda quando os incomodados acham que o comentário é verídico… quando têm a mesma opinião, embora exteriorizem o contrário… bom, ok… a crítica aqui vem do fato de não estarmos no controle do nosso nível vibrátil, o que faz com que fiquemos “com a guarda baixa”… blah… no contexto das minhas intenções de hoje, o problema maior está nas pessoas que fizeram o comentário… dias/semanas após o ocorrido, em conversa com os donos do dicurso, eu falei da reação que tiveram com relação ao comentário… muito estava sendo produtivamente discutido até que soltaram um “cara, se não gostaram do que falamos, o problema é dela” (ops, deixei escapar que foi com uma mulher… blah)…
Nesse ponto, eu não argumentei mais nada… ao fazerem esse comentário, o que provavelmente fizeram? Pararam de pensar… não se questionaram se o comentário passou pelas “três peneiras”… e é difícil vermos um comentário reprovar nas três como esse… mas tudo bem… na cabeça dessas pessoas, se alguém não gosta do que você fala, o problema é de quem ouve…
Aliás, vou mudar o foco do tópico da minha intenção inicial pra falar das três peneiras… ah, não! Vou falar outra coisa…
Gente, sabe aquela coisa de lâmpada mágica e três desejos? Bom, se eu tivesse um único desejo, eu sei exatamente qual seria… o meu desejo seria: que a ironia seja extinta!
É sério… eu não vejo nada de útil na ironia… porque algumas pessoas não conseguem ser francas? É muito mais fácil, honesto, honroso e simples você dizer o que pensa… dizer o que quer… por que fazer uso da ironia? Eu, particularmente, enxergo pessoas irônicas como pessoas fracas, que não conseguem ou têm medo de se impor… medo de se abrir… medo de se revelarem… de realmente mostrar quem são… se você normalmente faz uso da ironia, pare e pense… do que você tem medo?
Só pra constar, talvez eu abra uma exceção para os que usam a ironia para fins de humor, mesmo assim, eu não considero a ironia humorística como humor inteligente… sorry…
Bom, desculpem o post desmotivacional-melancólico… mas fica pra reflexão:
1. A frase: “Cada vez que pensamos que o problema não é nosso, essa atitude é o problema.” Stephen Covey
2. A história das três peneiras… (procura no Google caso não tenha ouvido falar disso ainda)
3. Essa pseudo-reflexão sobre a ironia…
Pretendo, em breve, escrever sobre um ponto de vista interessante que eu li sobre o conceito de sucesso…
É isso…
Saturday, August 15, 2009
Loucuras...
Uma vez li e concordo com a frase: “Many of the ideas I sell for money, today, came to me when I was not doing what I was supposed to do. Procrastination rules!” - isso vale pra mim no trabalho inclusive… melhor que não fazer o que você deveria, é fazer o que o você fez em vez de fazer o que você deveria se tornar o que você deve fazer a partir daquele momento… é assim que a gente começa a ganhar responsabilidades mais interessantes…
Um outro raciocínio que eu acho que segue mais ou menos a mesma linha é: “The best decisions I made were the ones I thought least about”… e nisso, eu posso incluir um MONTE de coisas que eu fiz… e a última dessas decisões foi a de comprar um piano… não sei tocar… fiz aula de teclado antes de eu completar 10 anos (pra quem não sabe a minha idade, digamos que ano que vem, eu poderia dizer “fiz aula há mais de 20 anos”)… vamos ver no que dá…
Hoje escrevo só pra dizer isso… quem sabe em breve eu não posto um video aqui…
Agora sou Newton, violeiro e pianista... \o/
É isso…
Thursday, August 13, 2009
Update...
É moçada… ok, mereço um puxão de orelha… assumo… aliás, dois puxões… o primeiro, por ter diminuido a frequência dos meus posts… segundo, por estar TOTALMENTE relapso para com os meus “blogs amigos”… saber explicar o que está acontecendo eu não sei… então, é isso…
Os dois posts anteriores eram drafts de posts inacabados, mas eu resolvi postá-los do jeito que estavam pois eu acho que seria difícil eu sentar pra terminá-los… escrever em blog, pra mim, é coisa de momento… e começar a escrever em um dia e deixar para terminar em outro é “pedir” praquele conteúdo não ir “ao ar”…
Bom, estou com tanto assunto empilhado pra escrever que eu nem sei por onde eu começo… mas sei que não começarei hoje… não estou afim de pensar muito…
Hoje eu ouvi uma música do Counting Crows que eu não sabia que existia… e por enquanto, está sendo daquelas músicas que eu ouço um loop infinito… “Walkaways”… (para ouvir, clique aqui) …é certamente daquelas depressivas das quais eu tanto gosto… e eu sei que eu normalmente fico ouvindo essas músicas em loop quando algo está “errado”…
No trabalho, estou revivendo dias de desenvolvedor… tá certo que é macro pra Excel e a “linguagem” é VBA, mas não deixa de ser desenvolvimento… deu pra ver o quanto eu estou enferrujado nesse sentido…
Tô caçando um piano e professores de piano… deu vontade de aprender… em breve devo ter novidades sobre isso…
Passei o dia hoje meio ressacado por causa de ontem… Quintal do Neto sem querer tomar cerveja… qual a consequência disso? Caipirinha… quatro… e qual a consequência disso? Nevermind…
Bom, é isso… fica o pequeno update mas não fica a promessa de escrever com mais frequência…
Quando o óbvio não é óbvio...
Gente… um assunto se faz muito necessário aqui… pelamor, e como…
Problemas… problemas… problemas… todos temos problemas… já conversamos sobre a relatividade dos problemas uma vez, mas acho que a ideia hoje não vai bater muito com aquela…
Todo mundo tem problema… o grau absoluto de cada problema varia… relativamente, provavelmente sempre acreditamos que temos um problemão… mas o intuito hoje é falar do que fazemos com esses problemas…
O que podemos fazer com os nossos problemas? Vejo que podemos fazer o seguinte:
- ignorar
- aceitar
- contornar
- fugir
- resolver
Tenho percebido que MUITA gente tem evitado resolver os problemas. E, obviamente, mas explicitarei aqui porque parece que tem gente que não percebe, se você fizer qualquer coisa que não seja resolver o problema, o problema não será resolvido… é difícil perceber isso?
Bom, é isso…