Tuesday, February 17, 2009

Sinergia…

Mary Poppins disse: “In every job that must be done, there is an element of fun. You find the fun and - SNAP -  the job’s a game.”

Consideremos o trecho a seguir como a aplicação de uma leitura decente de “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” (não de minha parte)… e foi extraída do blog da Dri…

“As pessoas buscam inconscientemente a sinergia*.
Teve um episódio no final do ano passado, quando eu e um grupo de colegas estávamos embrulhando um presente para o nosso "adotado" (é uma campanha da nossa empresa pra fazer doações a crianças carentes na época do Natal). Compramos um papel de presente bem grande e eu sugeri montá-lo de forma que ficasse como aquelas sacolinhas de papelão, pra ficar mais bonitinho e não ter que embrulhar de qualquer jeito. Isso daria um certo trabalho, mas mesmo assim os meninos compraram a idéia.
A coisa era mais complicada do que eu imaginei. Será que corto aqui? E se dobrar ali? Eu não estava muito confiante. Mas os meninos não só não desistiram como me ajudaram efetivamente a "executar a operação". No fim, a gente nem estava mais preocupado se ia ficar bom, e sim se divertindo ao fazer algo em conjunto. É algo que inconscientemente a gente carrega desde a infância, quando fazíamos algo divertido com nossos pais, irmãos/primos ou amiguinhos. E assim o é até os dias de hoje.
Sendo assim, eu repito novamente (tem gente que já não agüenta mais ouvir isso): O importante não é o que vc faz, e sim com quem ou pra quem vc faz.

*PS: "Crie sinergia" é o 6º Hábito do livro.
Sua bagagem vai crescendo dependendo de quem vc encontra pelo caminho.”

Eu com a minha incansável  mania de querer registrar tudo o que for possível, quando estou com uma máquina na mão… filmei… o video pode até desmerecer um pouco tudo o que aconteceu… mas tudo foi bem bacana mesmo…

Fica o registro do dia, que foi bem bacana… e fica o registro da lição: “Co-working is the element of fun!”

Peace! 1234 SEMPRE… até no trabalho!

PS. Quando eu falo que o Rinaldi fala baixo, acho que ninguém acredita… será que alguém vai conseguir ouvir o que ele fala? =)

Thursday, February 12, 2009

Problemas?

Ok… ok… demorei pra escrever, né? Tem motivo… um vício… aliás, estou pra escrever sobre vícios… mas não agora… o post de hoje é relativamente curto… acho… hoje eu vim falar sobre a minha “Teoria da Relatividade dos Problemas”… 

Ok… no fundo, essa é a Teoria da Relatividade aplicada aos “problemas” da nossa vida… o conceito da Teoria  da Relatividade tá claro pra vocês já? Bom, caso não esteja, vou resumir bem grosseiramente: “tudo é relativo. Tudo depende do referencial.” 

Eu já tinha esse conceito em mente quando o que vou lhes dizer aconteceu, mas hoje, é isso o que eu uso como exemplo primário da “Teoria da Relatividade dos Problemas”: um dia, eu recebi a notícia de que um amigo meu tinha falecido por complicações de uma doença que ele tinha. Minutos depois de receber a notícia, minha namorada na época me ligou e disse, em tom choroso: “Ai, um passarinho fez cocô no parabrisa do meu carro.” 

Onde é que entra a relatividade aí? Bom, vamos entender a relatividade: “O princípio da relatividade foi surgindo ao longo da história da filosofia e da ciência como conseqüência da compreensão progressiva de que dois referenciais diferentes oferecem visões perfeitamente plausíveis, ainda que diferentes, de um mesmo efeito.” Um exemplo bem simples: o Maurício, ex-levantador da seleção brasileira de vôlei tem 1,88m de altura. Se comparado à altura média de jogadores de vôlei, o Maurício é baixinho. Se comparado à altura média da população, ele é alto. E o mais importante: quem está errado? Ninguém. 

A grande maioria das pessoas dirá que tem problemas. Só não digo todas pois sei que há exceções (só pra constar, eu não sou exceção). O problema de uns, pode não ser problema aos olhos de outros. Tem gente que tem uma vida tão “sem problemas” que qualquer probleminha vira um problemão. Quando a minha então namorada falou chorosamente do cocô do passarinho, que aliás, só pra constar, foi uma pu*a de uma diarreia aviária, eu respondi: “Um amigo meu morreu.” Não surpreendentemente, ela mudou totalmente o foco da conversa… o tom choroso sumiu na hora e ela ficou preocupada em como eu estava me sentindo… normal… aliás, vou abrir um parênteses: a morte é um excelente indicador de que temos uma vida totalmente ausente de problemas… ok, não vou generalizar, vou falar por mim e talvez alguns concordem… quando alguém que conhecemos morre, tudo aquilo que era tão prioritário fica de lado… às vezes perde o sentido… desmarcamos aquela reunião… faltamos ao trabalho… esquecemos dos “problemas”… às vezes, repensamos as nossas raivas recentes… putz, outro parênteses: e se essas raivas foram com a pessoa que se foi, dói cara… fecha parênteses… ééé… então, quando alguém sai da casa do Big Brother (só pra explicar esse post viajante do passado)… quando alguém morre, a nossa percepção muda… pena que normalmente é por pouco tempo… pena mesmo… fecha o outro parênteses… 

Alguns dos “problemas” que eu tenho visto recentemente são: “o pintor da minha casa (que acabaram de comprar) fez besteira”… “o IPVA do meu carro veio muito alto”… “essa fila (em restaurante) demora muito”… 

Gente, eu gostaria de propor um exercício como consequência da compreensão da Teoria da Relatividade dos Problemas, mas antes, que expor um ponto de vista meu: se alguma coisa te irrita, você não está de bem com a vida. Ponto. Podem argumentar o que quiserem, quando estamos realmente de bem com a vida, NADA irrita a gente. E o exercício que eu quero propor é justamente esse: sempre que passarmos por uma situação que nos irrita, que nos incomode, faça-se essa pergunta: “como uma pessoa de bem com a vida reagiria a isso?” 

O resultado desse exercício, que é constante, é interessante. Pode não ser fácil no começo… mas depois, com o tempo, você acaba mudando a sua maneira de lidar com certas situações… peço que, para quem tiver a oportunidade, que conversem pessoalmente comigo sobre isso depois… 

Sem mais delongas… fico por aqui pois está tarde… 

Abraço! 1234 SEMPRE!

Wednesday, January 28, 2009

Próxima música…

Aviso: post ligeiramente viajante…

Tocar um instrumento é sempre bom… não sei explicar mas vou tentar… imagine um filme que você assistiu e gostou muito… imaginou? Então, o que você consegue fazer em relação a esse filme? Achar a trilha sonora? Assistir o DVD bônus (imagino que se você gostou tanto o quanto me refiro, certamente comprará o DVD)? Que mais? Assistir o filme incansávelmente até memorizar as falas? Provavelmente você responderá sim a todas essas perguntas… agora, pense, já pensou se você pudesse fazer parte do filme? Realmente vivenciar o que personagem está passando?

Se você toca um instrumento, e gosta muito de uma música, acho que podemos justamente isso… vivenciar o que o cara passou quando compôs e futuramente toca uma música… é diferente de ouvir/assistir e sentir… é o “por pra fora”… você vai ser multiplicador daquele sentimento…

Acho que o mesmo acontece com quem desenha… com quem canta… com quem dança… com quem escreve… talvez a gente possa até generalizar para arte em geral…

Bom, eu dei toda essa volta só pra mostrar pra vocês qual a próxima música que eu pretendo tirar… o nome dela é “For My Father”, do mesmo camarada que vocês ouviram tocar aqui… aliás, “Rylynn” e “For My Father” são as minhas duas músicas preferidas desse cara… coisa do momento talvez…

Enjoy!



Ah! Não contem pro Scaranelo, meu professor de violão, pois eu deveria estar tirando “Tico Tico no Fubá”… rs…

Peace! 1234 SEMPRE!

Sunday, January 25, 2009

Vocabulário…

Não sei o quanto vocês acreditam naquilo que é mostrado em “O Segredo”… eu particularmente acredito que o pensamento positivo e a sua frequência vibrátil podem fazer a diferença… aliás, isso é fato, e não uma crença minha… o que eu não gostei no filme (não li o livro pra saber se é igual) é que, em boa parte, eles pregam o uso das “técnicas” como meio para obter o que desejamos… aí, no próprio filme, você vê gente dizendo que conseguiu a casa dos sonhos, uma namorada, um emprego melhor… nada de errado nisso, querer a gente pode querer o que quiser (ficou esquisita essa frase), só acho que a nossa vida não deveria girar em torno dessas coisas… mas conversamos sobre isso (pra quem não se lembra, tá aqui)… e é justamente esse materialismo/futilidade que fez/faz muita gente achar que isso tudo é balela… o que é, ao mesmo tempo, louvável e uma pena…

O que eu vim falar aqui hoje é um ponto de vista sobre isso tudo, que, na minha opinião, pode fazer a diferença… já li e ouvi e mais de um lugar que a palavra tem poder e talvez qualquer dia eu escreva sobre isso… mas nisso que vou dizer agora, a idéia não é só falar, mas também pensar, entender e acreditar…

Gente, duas palavras que eu acho que acho que podem deixar de existir no nosso vocabulário são: “conseguir” e “merecer”… no lugar dessas duas palavras, vamos usar “se permitir”… estamos falando de frequência… de vibração (pensamento positivo é muito vago)… e por isso, as coisas dependem de como enxergamos as coisas… na verdade, esse “como” é consequência da nossa frequência, mas o assunto de hoje é um exercício que, pelo menos inicialmente, é consciente…

Olhe pra trás na sua vida… e tente enxergar coisas boas que aconteceram com você… se você enxergar essas coisas como coisas que você conseguiu e/ou mereceu, você vai achar que essas coisas boas foram “meramente” frutos de outras coisas que você fez… o que pode ser verdade em parte… mas pare pra pensar, você poderia ter feito as mesmas coisas e tudo poderia não dar certo, certo? Tente perceber como a sua frequência pode ter interferido consciente ou inconscientemente… perceba que coisas boas aconteceram pois você se permitiu que elas acontecessem… não conseguiu? Tenta o seguinte: você acha que essas coisas teriam acontecido contigo caso a sua frequência estivesse lá embaixo na escala de orientação emocional, digamos entre 15 e 23?

Por que tem gente que está sempre bem? Por que tem gente que diz estar sempre cheio de problemas? Será que as vidas dessas pessoas são muito diferentes? Será que estarmos bem não é consequência de nos permitirmos estar bem? De nos permitirmos estar em paz?

Com isso em mente, tentem mudar sua postura com relação as coisas… não deixe de cumprir os pré-requisitos, caso existam… mas percebam que tudo dará certo se você alinhar a frequência nesse sentido… capisci?

Só pra constar, o que li sobre esse assunto estava em Inglês, e o verbo em Inglês a substituir é o “earn” e não o “deserve”… o “earn” é um '”ganhar por merecer”, que eu acabei traduzindo por apenas “merecer”…

Fico por aqui… peace! 1234 SEMPRE!

Thursday, January 22, 2009

Média preguiçosa…

Gente, as pessoas que eu menciono no Top Ten não são mencionadas por acaso… muitos posts aqui são consequência das conversas tidas e/ou coisas aprendidas com essas pessoas… esse post em particular, vem de uma frase lida na geladeira de uma delas (a geladeira é utilmente usada como lousa para reminders)… só evito citar nomes, e isso vale para todos os posts, pois não sei se as pessoas gostariam que certas coisas fossem expostas…

Na geladeira do nosso amigo, tem uma frase que eu achei bem interessante, cuja autoria eu desconheço, que é:

“Não existem grandes feitos. Há uma média preguiçosa. E não há orgulho algum em estar acima dela.”

Eu diria que não gosto de ser repetitivo… mas isso está diretamente relacionado ao “tudo na vida tem um preço”… nada do que fazemos nessa vida é grandioso… não há nada que não possamos fazer… basta pagarmos o preço e o resto, que não deveria ser o nosso objetivo, é consequência (tá vendo como tudo se encaixa?)… a média preguiçosa não paga e  não quer pagar o preço… mas isso não é justificativa para termos orgulho dos nossos feitos (acho que algumas pessoas podem discordar nesse último ponto… mas a minha recém-adquirida opinião sobre isso pode, caso necessário, ser assunto para outro post)…

Pra mim, essa frase tá tendo um efeito altamente motivador…

Fico por aqui… peace! 1234 SEMPRE!

Tuesday, January 20, 2009

Pena…

Talvez essa seja a primeira vez que eu escrevo sobre algo que eu prometi em posts anteriores… ninguém anotou as outras promessas anteriores, né?

Bom, falemos sobre o sentimento de pena… dó… e porque eu acho que esses estão entre os sentimentos mais destrutivos… mas antes, vamos listar aqui o talvez principal motivo (senão o único) pelo qual as pessoas sentem pena: “identificar que um evento aversivo atingiu, atinge ou atingirá o outro.” Qual o principal problema disso?

Antes de responder, quero que se lembrem da escala de orientação emocional segundo os autores do “Peça e Será Atendido”. Escrevi há tempos um posto só com essa lista, e ela está
aqui, para os que não se lembram. Relembraram lá? Ok, voltemos a pergunta então: qual o principal problema em “identificar que um evento aversivo atingiu, atinge ou atingirá o outro”? O problema está no julgamento da situação. Quem tem pena, julgou o que aconteceu como aversivo, como ruim… e já tivemos essa conversa de “nada é por acaso”, “tudo na vida tem um preço”, etc, né? Continuando então, e qual o problema desse julgamento? O problema é que se a pessoa não estiver firme e forte na frequência dela, ela vai se achar merecedora dessa pena… se achar merecedor dessa pena só vai abaixar o nível de vibração dessa pessoa ainda mais… você arrebenta a pessoa… possivelmente joga a frequência dela lá pra 21/22 da escala…

Gente, sentir pena não ajuda em nada. Podemos ajudar sem ter pena… a pena não é pré-requisito pra querermos ajudar… e outra, na maioria dos casos, é a própria pessoa que tem que se ajudar… a gente pode até ajudar alguém a se ajudar… mas no fundo, tudo depende dela…

Observação importante, hein? Não ter pena, não significa ser implacável, super sincero com os sentimentos/situações alheias… é possível, pra não dizer necessário, sentirmos compaixão… compaixão segundo a visão de Dalai Lama em “A Arte da Felicidade” (assunto pra outro post)…

Fico por aqui porque tá tarde… 1234 SEMPRE!

Wednesday, January 14, 2009

Momentos decisivos…

Alguém acredita que nada é por acaso? Alguém acredita que viemos ao mundo com uma missão (ou Lenda Pessoal, segundo “O Alquimista do Paulo Coelho)? Alguém aqui acredita que “em determinado momento de nossa existência, perdemos o controle das nossas vidas, e ela passa a ser governada pelo destino”? (ainda em “O Alquimista” isso é colocado como a maior mentira do mundo) Alguém acredita que o Universo conspira à favor daquilo que realmente desejamos? Alguém aqui acredita que “Peça e Será Atendido”?

Não estou interessado nas respostas dessas perguntas, mas feel free se quiserem respondê-las… o que eu vim escrever aqui hoje é sobre momentos decisivos… independente do que você responder acima, todos nós passamos por momentos decisivos, vários, que mudaram o rumo das nossas vidas e que, direta ou indiretamente, fizeram a gente chegar onde estamos…
Acredito que a maiora das pessoas que eu sei que lêem o que escrevo estão felizes com suas atuais situações (talvez não 100%, claro)… mas vocês já pensaram em quais foram os fatores decisivos que fizeram vocês chegar até aqui? Não falo apenas de aspectos profissionais, hein? Falo em aspectos sentimentais e espirituais também…

Não lembro onde eu li isso, e não consegui achar aqui agora, mas li uma vez que podemos citar em torno de 10 grandes momentos decisivos que determinaram o rumo das nossas vidas… por mais “fração de segundo” ou “de última hora” que ele tenha parecido… particularmente, eu acho que conseguimos listar mais que 10 coisas, mas essas 10 coisas são “acidentes” ou escolhas evitáveis… há coisas que teoricamente, não temos como evitar, por exemplo, escolher curso da faculdade ou emprego… inevitavelmente teremos que fazer uma escolha… o sentido aqui é de coisas que provavelmente não teríamos percebido diferença se não o tivéssimos feito, mas fazê-lo mudou em muito a sua vida (não estamos julgando para melhor ou pior, hein?)…

Eu particularmente, não consegui pensar em 10… mas vou explicar as que eu acho que fariam parte dessa lista…

1. Aceitar ir para aquela entrevista de professor de Inglês que eu só fui por insistência da minha mãe… era Janeiro, eu estava de férias da faculdade e a minha mãe achou o anúncio de uma escola de Inglês… eu tava em casa sem fazer nada de útil (tocando violão) e ela chegou “Vamos lá?”, e eu falei “Ah, vamos…”   …só eu sei o que eu aprendi dando aula de Inglês…

2. Um beijo roubado… não tivesse sido esse beijo… provavelmente eu estaria namorando (talvez até casado com) outra pessoa e estaria bem longe daqui hoje…

3. Uma brincadeira… ok, de mau gosto, vai… por telefone com o então namorado de uma amiga que não esqueceram até hoje… isso me custou o que eu considerava uma boa amizade…

4. Ir a um churrasco em véspera de uma prova para a qual eu não tinha estudado… tomei pau nessa matéria naquele semestre… hoje, falo desse dia em conversas sobre as minhas/nossas piores bebedeiras…

5. Escolher 70% de financiamento no FIES… rsrs… hoje, não recomendo pra ninguém, recomendo o sacrifício financeiro e a reavaliação dos seus luxos dispensáveis e indispensáveis… mas se realmente for necessário, recomendo que financiem somente 30%… hoje, tenho uma dívida de praticamente R$600,00 mensais até Abril de 2013… dívida essa que eu tenho desde 2004… rs…

6. Recentemente, aceitar bancar do bolso e ter ido ao Você… não sei dizer ainda quais as consequências reais e permanentes disso… mas eu podia ter escolhido não ir, como eu já tinha feito algumas vezes…

Dentre as escolhas inevitáveis, eu diria optar por fazer Engenharia de Computação em vez de Psicologia ou Música… optar por não ficar mais um ano fazendo cursinho pra tentar facul Federal/Estadual no ano seguinte… entrar no Eldorado… aceitar ir para o meu atual projeto… etc…

Pergunta: vocês conseguem identificar momentos “frações de segundos” ou de “última hora” que vocês diriam que foram momento decisivos na vida de vocês?

Bom, é isso… peace! 1234 SEMPRE!

Ensinamentos…

Coisas acontecem nas nossas vidas… algumas, por decisão nossa… algumas, por falta de opção… algumas mudam o rumo da nossa vida… outras não (aliás, isso é o tópico do próximo post)… algumas são boas… outras são aparentemente ruins…

Em recente conversa com uma amiga… eu disse que eu ainda estava de luto por causa do meu último término… sinto que tenho que explicar o que é luto: não é lamentação… não é querer reconciliação… não é esperança… não é nada… luto, é o tempo que leva para as pessoas “esquecerem” da relação… não só você… mas também, aliás, principalmente, as pessoas com quem você convive… enquanto as pessoas voltarem no assunto… sentirem pena de um dos dois (ou ambos) por causa do fim… ficarem perguntando, etc, é sinal de que o seu período de luto ainda não acabou…

Bom, em mais recente ainda conversa com outra amiga, ouvi o seguinte: “a vida as vezes nos manda ensinamentos que são duros de engolir”… aí, parei pra pensar… “ensinamento”? Eu não tinha enxergado o meu término como um ensinamento… isso me incomodou, e eu fiquei querendo saber por que… e qual foi a conclusão a que eu cheguei? O comentário me incomodou, pois as pessoas, no geral, acharam que o que aconteceu foi ruim…

Eu sou daqueles que acredita que nada é por acaso… e pra quem realmente pensa assim, nada, repito, NADA, do que acontece com a gente, é ruim… de tudo tiramos proveito, mesmo que a gente não enxergue… acho que isso é o meu jeito racional de enxergar as coisas… eu dificilmente julgo as coisas que acontecem comigo ou com os outros… como eu digo, tudo na vida tem um preço, e isso deveria eliminar todo sentimento de pena das pessoas… aliás, o sentimento de pena é um dos sentimentos mais destrutivos que existem (assunto para um próximo post)…

Entendi o que me incomodou… e era o que eu queria… rs… só quis compartilhar com vocês… mas vou terminar esse post por aqui pois já tem outra coisa sobre a qual quero escrever… não vou nem despedir pois escrevo hoje mesmo…

Monday, January 12, 2009

Os 10 mais…

Post light…

Eis um link que o Bruno mandou… é mais ou menos que nem o Guiness… quando não se tem muito o que fazer, a gente pode ficar passeando por ele e chegar a achar coisas interessantes…

http://lista10.org/

O que é? É uma coisa de lista de Top Ten alguma coisa… qualquer coisa… é bom pra passar o tempo…

Fico por aqui… 1234 SEMPRE!

Saturday, January 10, 2009

Segunda pergunta...

"De perto, ninguém é normal." Já ouvi dizer que essa frase é do Tolstoi, Drummond e Caetano Veloso, it doesn't matter...

Todo mundo aqui assistiu o filme "The Truman Show"/"O Show de Truman - O Show da Vida"? No começo do filme, BEM no começo, temos o Truman na rotina dele, e fazendo todas aquelas coisas que teoricamente só o Jim Carrey faz... pra quem assistir e se lembra, me refiro à parte onde ele tá viajando nas maluquices dele... depois a esposa dele o chama pra tomar café e ele volta a ser "normal"... uma coisa que eu achei mais ou menos estranha, é que NINGUÉM fez algum comentário do tipo "Ah, ninguém é assim..."   ...bom, ok... é filme... e é o Jim Carrey... mas ali, ele é uma pessoa quando está sozinho, e outra quando está em público... outra situação é quando em um episódio de Friends, a Rachel fica sozinha em casa enquanto a Monica e o Chandler vão pra Las Vegas com a Phoebe... e a Rachel anda pelada pela casa... ninguém achou estranho... pelo menos ninguém falou que achou estranho...

A segunda pergunta que farei já foi feita pelo Capital Inicial, e é: "O que você faz quando... ninguém te vê fazendo... o que você queria fazer se ninguém pudesse te ver?"

Bom, não precisamos ficar no âmbito de maluquices... podemos ir mais além... uma das definições de integridade que eu vi é: "Fazer o correto mesmo que não tenha nenhuma pessoa por perto."

Não estou (ou estamos) aqui pra julgar... a questão é, é só quando estamos sozinhos que somos realmente autênticos... quando estamos sozinhos, fazemos o que realmente queremos... a gente não se priva por causa da opinião dos outros... a gente canta alto... dança com a vassoura enquanto faz faxina ao som de Madonna... grita quando está empolgado... chora assistindo filme... anda pelado pela casa... etc... (pelamor, não vão achar que eu faço tudo o que está aí, hein?)

Então a pergunta é: "Quem é você quando ninguém está olhando?"

Peace! 1234 SEMPRE!