Sunday, November 08, 2009

Uma explicação...

Pessoas, li recentemente no Twitter uma coisa que eu percebi que também acontece comigo... uma pessoa, não lembro quem, disse que desde que começou a usar o Twitter, começou a escrever menos no blog... a explicação dele(a) faz sentido...

A explicação é simples... um dos motivos, senão o principal, que faz com que tenhamos um blog, é a vontade de compartilhar algo com o "mundo"... isso é uma coisa que o Twitter tornou muito mais fácil e dinâmico, apesar da limitação de 140 caracteres... com isso, a gente aprende a ser BEM mais sucinto e mata a vontade de compartilhar...

De qualquer maneira, eu continuo anotando coisas que eu gostaria de compartilhar com vocês, mas a vontade de compartilhá-las aqui, e o tempo necessário pra isso, estão mais esporádicos...

No momento, e sei que, teoricamente, eu não deveria escrever isso aqui, estou passando por uma "crise existencial profissional"... não estou enxergando perspectivas como eu gostaria no trabalho o que me fez pensar em algumas alternativas... a mudança de rumo para a coisas que estou visando são consideráveis, e a consequência natural disso é a indecisão... aí, hoje, no Twitter, recebi um link para um post bacana, que, além de ajudar na tomada de decisão, incentivou a mudança... não é nada de novo e muito menos revolucionário... mas veio na hora certa...

Em resumo: "7 Passos para atingir o seu máximo potencial"

#1 Reflita sobre a sua vida - Hábito 2 na cabeça!
#2 Seja um otimista - nada difícil pra mim... mas esse "chacoalhão" (que palavra esquisita de escrever) me pôs de volta no eixo da segurança na decisão...
#3 Estabeleça uma meta - aqui, não estou com uma meta clara e definida, mas gostei de uma das citações: "Uma meta é um sonho com um deadline" (frase do nosso amigo Napoleon Hill)
#4 Defina quem são os seus role models - hmmm... não consegui pensar numa boa tradução de "role model"... mas o significado é: a pessoa que você tem como exemplo... aqui, consegui pensar em algumas pessoas... esse "passo" ajudou...
#5 Seja grato - eu sou...
#6 Seja um eterno aprendiz - eu sou...
#7 Encare a mudança - pronto... era isso o que faltava ouvir...

O resultado disso tudo, mais cedo ou mais tarde, vai parar aqui... então, aguardem...

Fonte: http://www.pickthebrain.com/blog/7-concrete-steps-to-reaching-your-full-potential/

É isso aê! 1234 SEMPRE!

Sunday, October 25, 2009

Sinal de vida...

Confesso que tomei um pequeno susto quando vi a data do meu último post... eu sabia que fazia tempo que eu não escrevia, mas não imaginava que chegava perto de 1 mês...

Particularmente, não estou com um grande motivo pra escrever aqui hoje, agora... não que não teve coisas que eu quis escrever nesse meio tempo...

Bom, só tô dando um sinal de vida... escrevo decentemente em breve...

1234 SEMPRE!

Monday, September 28, 2009

Razão...

Antes de começar, sinto que devo informar que eu, de maneira nenhuma, tenho a intenção de promover a violência... o video aqui retrata violência, mas só estou usando esse video como artifício para defender um ponto de vista meu que, parando pra pensar, achei curioso o fato de não ter escrito nada sobre isso antes...

Uma das coisas que eu sempre tive em mente, e que, certamente será uma das coisas que eu ensinarei aos meus filhos, é: "nunca perca a razão"... vou exemplificar...



Eu não gosto dos termos "certo", "errado", "poder" e "não poder", mas vou fazer uso disso pra ser mais objetivo...

Pergunto: quem errou primeiro? Teoricamente, membros da torcida não podem entrar em campo durante o jogo... ou seja, o rapazinho que invadiu o campo errou... qual deveria ser a conduta dos seguranças? Tirar o cara do campo... só... ninguém teria achado ruim se eles apenas tivessem retirado o cara do campo... muito pelo contrário, acho até que muitos teriam feito o comentário de "good job"... mas aí, os seguranças resolveram, por sei lá que motivo, bater no cara... pô, perderam a razão... creio que nada justificaria quatro seguranças supostamente treinados e munidos de cacetete (na verdade, é uma tonfa) bater em uma pessoa... qual foi a consequência disso? A consequência foi a indignação por parte da torcida de ver o cara "indefeso" apanhando... só que, por sua vez, a torcida também perdeu a razão ao partir pra cima dos seguranças...

Vamos fazer uma breve análise dessas "perdas de razão": no primeiro momento, o cara que invadiu o campo estava errado, ele perdeu a razão por querer dar o recado dele daquela maneira... mas após a ação inconsequênte dos seguranças, o invasor fica discutivelmente como "coitado" na história... em outras palavras, os seguranças, ao baterem no cara, agiram errado... perderam a razão... mas após a reação da torcida, "discutivelmente" ficaram como coitados na história... pois a torcida perdeu a razão...

Onde eu quero chegar? O problema de perder a razão nessas horas, é que a situação fica discutível... em uma situação onde uma conduta "errada" era indiscutível (me refiro à invasão do campo), toda a ação ficou questionável...

Sem a atitude dos seguranças, possivelmente o invasor seria "condenado" a trabalhos voluntários por algumas semanas/meses e todos achariam justo... após a ação dos seguranças, o invasor provavelmente não seria "condenado" e os seguranças é que teriam que sofrer algum tipo de pena... afinal, foi uma covardia... porém, com a reação da torcida, talvez nada aconteceu com os seguranças e muito provavelmente alguns membros da torcida foram parar na delegacia... pode ser que as coisas saíssem desse jeito... pode ser que todos (invasor, seguranças e torcida) fossem responsabilizados... como saber? Depende... e é isso que eu quero dizer... ao perderem a razão, toda essa questão ficou discutível... e ficando discutível, pode ser que o invasor não seja punido... pode ser que os seguranças não sejam punidos...

Querem outro exemplo?



O que aconteceu? O policial perdeu a razão... aparentemente, o que os garotos fizeram foi andarem de skate em local proibido... mas pergunto: o que aconteceu com o garoto? Nada! O que aconteceu com o policial? Ele foi investigado por uma comissão interna da polícia, e lembro de ter lido (mas não procurei agora pra confirmar) que ele foi afastado da polícia... pra ver o quão "discutível" ficou essa situação, basta ter em mente os mais de 3 milhões de visualizações desse video e os mais de 50 mil comentários... praticamente todos atacando o policial... alguns o defendendo... mas muito pouco de falou do erro do garoto... se o policial não tivesse perdido a razão, como teria sido o desfecho dessa história?

Bom, é isso... eu não queria delongar muito... o recado é esse: tentem nunca perder a razão...

Fico por aqui... 1234 SEMPRE!

Thursday, September 17, 2009

Citação...

"É mais nobre se entregar completamente a um indivíduo do que trabalhar diligentemente pela salvação das massas" - Dag Hammarskjöld

...fica no ar...

Thursday, September 10, 2009

Sucesso...

Saudações! Vou aproveitar esse tempinho que apareceu de manhã (vou chegar no trabalho mais tarde por motivo de força maior) para falar sobre alguns pontos de vista recentes que eu vi/ouvi sobre “sucesso”. Na verdade, foi o segundo que me incentivou a escrever, mas o primeiro é interessante…

Até hoje em dia, dicionários ainda definem sucesso como “um nível de status social”, “realização de uma meta ou objetivo”, “a obtenção de riqueza, posição, honras etc”… embora, sob um ponto de vista, essas definições podem não estar erradas, há mais coisas a serem consideradas do que simplesmente no que consta nessas definições…

De uns tempos pra cá, eu vejo que o significado de sucesso vem sendo constantemente redefinido… o motivo disso, pela minha percepção, é que sucesso é uma coisa que todos buscam… e a ideia primária que as pessoas tinham (ou ainda têm) de sucesso ainda gira em torno de dinheiro… aliás, abre parênteses, dinheiro ponto, e não dinheiro como fruto de trabalho. Embora eu não tenha conhecido ninguém que ganhou na loteria, acredito fortemente que a maioria das pessoas terão uma ideia de sucesso em torno de alguém que ganhou na MegaSena, por mais que tenha sido por sorte que ela ganhou. Fecha parênteses. (aliás, tem gente que ainda insiste há técnicas para escolha de números, e eu gostaria que alguém tentasse desenvolver esse raciocínio comigo).

Continuando então, a ideia de sucesso pra muita gente ainda gira em torno de dinheiro, mas com o tempo, talvez por falta de sucesso nesse sentido para a maioria das pessoas, surgiram essas redefinições de sucesso que eu diria que, em alguns aspectos, já viraram até ditados populares, por exemplo: “Dinheiro não traz felicidade”. Não estamos aqui pra discutir se isso é/está certo ou errado (embora eu concorde), mas eu achei interessante alguns pontos de vista que tornam o sucesso mais atingível.

Um das definições de sucesso que eu encontrei, e que não mencionei no segundo parágrafo é “resultado próspero”. E uma das definições de “próspero” é “feliz”.

Voltando então, o primeiro ponto de vista que eu vi sobre sucesso é que é bom aceitarmos a ideia de que não podemos ser bem sucedidos em tudo. E por que achei isso interessante? É porque nessas redefinições de sucesso que surgiram, chegou-se a criar a ideia de que devemos ser bons em tudo! Bons pais, trabalhadores, membros de equipe, cidadãos, etc… nisso, o que eu enxergo nas entrelinhas é “ser bom, é ser bom o suficiente… é não ser ruim”, então o recado aqui é “ser bem sucedido é não ser ruim em nada”. Se o sujeito não é ruim em nada, ele é bem sucedido. Válido, sim… generalizável, não… existe uma diferença entre “bom” e “bom o suficiente”… e, minha opinião, não é sendo bom o suficiente que resulta em resultados extraordinários… aliás, não é sendo bom que obtemos resultados extraordinários… resultados extraordinários normalmente resultam de sermos excepcionais… e, como eu já digo incansavelmente (aliás, um adendo, percebo que essa ideia tá entrando na cabeça das pessoas), tudo na vida tem um preço… voltando então ao primeiro ponto, o que eu achei interessante nessa reflexão sobre o sucesso, é o de aceitarmos o fato de que não podemos ser bem sucedidos em tudo. Para os que acham que isso é um comentário conformista, cito uma frase de Millôr: “Não é que com a idade você aprenda muitas coisas; mas você aprende a ocultar melhor o que ignora.”

Bom, escevi muito sobre o primeiro ponto de vista… o segundo fica pra depois…

Peace! 1234 SEMPRE!

Saturday, September 05, 2009

Exemplo... eu acho...

Post rápido...

Ontem, eu tive um claro exemplo do que é falta de honestidade e falta de integridade...

Antes de continuar, aviso que não estou julgando certo ou errado, não estamos aqui pra isso... só quero mostrar quais as consequências... e porque eu vejo que isso é um hábito de pessoas altamentes eficazes... então, se a pessoa (cujo nome não citarei) vier a ler isso, por favor não se ofenda, mas, mais do que talvez qualquer pessoa que vier a ler isso, faça a reflexão...

Contexto: dois hotéis (hotel 1 e hotel 2, só pro Mumu ver como sou didático)... 1km de distância entre um e outro... a pessoa em questão estava hospedada no hotel 1, e estava nos visitando no hotel 2... ela estava esperando uma visita no hotel 1... essa visita lhe disse (quero crer) que ligaria no meio do trajeto para avisar que estava a caminho do hotel 1... a pessoa, também crendo que a visita ligaria, planejava informar que estava no hotel 2 e que ela poderia se dirigir pra lá...

O que houve: a visita não ligou... foi direto ao hotel 1 e ao chegar, ligou para a pessoa... a pessoa atendeu e disse: "Já chegou? Em 2 minutos estarei aí..."

Consequência: levantou e quis ir embora... aí as pessoas que estavam juntos com ela quiseram ir no banheiro, pegar a bolsa no quarto, pagar a conta do que estavam consumindo... etc... e a pessoa começou a ficar irritada com tudo e quase todos... (só pra constar, eu não ia com ela no hotel 1, não fui vítima da irritação, caso achem que estou desabafando ou justificando qualquer coisa)... e digo mais, elas iriam de táxi, e não tem ponto perto do hotel 2...

Análise: a pessoa, na opinião de vocês foi honesta? Eu acredito que não... A pessoa foi íntegra? Eu acredito que não...
Qual o procedimento, na minha opinião, eficaz: quando a visita ligou, o discurso poderia ter sido: "Ô visita, eu estava esperando uma ligação sua quando você estivesse no meio do caminho. Estou em um hotel a 1km daí e consigo chegar 10-15 minutos... você prefere vir aqui?" Assim, a pessoa teria adequado as palavras dela à realidade... o que teria justificado o atraso dela para voltar ao hotel 1... e a pessoa teria adequado a realidade às palavras dela, dizendo que chegaria em 10-15 minutos... e não em 2... creio que ela não teria ficado irritada e irritado boa parte das pessoas que estavam lá...

É... acho que ficou confuso, mas não vou ficar explicando tudo aqui não... rs... para os que não sabem, estou no Rio de Janeiro... no hotel 2, de frente pra praia da Barra...





É isso… 1234 SEMPRE!

Monday, August 31, 2009

Devaneios aleatórios...

Hey! Só pra constar, esse é o meu post de número 150... na verdade, 151, mas teve aquele post mega depressivo que eu apaguei... mas acho que só a Carol lembrará dele... eu queria ter escrito isso no final de semana, mas me ocupei com leituras técnicas de uma possível apresentação que faremos no final de Setembro...

Bom, o assunto de hoje é um ponto de vista interessante sobre integridade e honestidade que, em mais uma passagem de "Os 7 Hábitos..." eu gostei...

Os hábitos são grosseiramente divididos em duas partes... a primeira é entitulada de "Vitória Particular" e engloba os hábitos de 1 a 3... a segunda, entitulada de "Vitória Pública" engloba os hábitos de 4 a 6... na introdução da segunda parte, tem uma seção que fala sobre "Demonstrar Integridade Pessoal"... e daí, vem a explicação da diferença entre honestidade e integridade em termos práticos...

Honestidade, segundo o autor, é adequarmos as nossas palavras à realidade... ou seja, bom, preciso explicar? Quero não...

Integridade, segundo o autor, é adequarmos a realidade às nossas palavras...

Pense nisso...

No mais, digo que finalmente mandei arrumar o meu violão preto (o da foto)... ele sofreu um acidente no Dia dos Namorados... aí, pra matar a saudade, toquei móóóito esse final de semana... mas os dedos desacostumaram com cordas de aço, coitados... bom, aí, eu fui atrás dos videos do Andy McKee para lapidar umas músicas dele que eu toco... aliás, em breve, pretendo fazer outro video de "Rylynn" e a minha primeira versão de "For My Father"... mas, nesse interim (tá certo isso?) eu descobri outro camarada de quem eu gostei muito... Antoine Dufour... aí concluo e divulgo, o CandyRat tem o DOM para achar músicos excepcionais que ainda conseguem compor coisas bem diferentes do que vemos por aí...

Segue o video de uma das músicas desse cara:



Bom, é isso... no mais, realmente, tem coisa que a gente só dá valor quando perde... essa eu deixo no ar...

1234 SEMPRE!

Tuesday, August 25, 2009

Pentatônica na cabeça...

Post alegre… nada de broncas hoje… eu vi um video que eu achei muito bacana que eu quis compartilhar com vocês… pra uma pessoa como eu, que tem música muito presente na minha vida, é muito legal saber que a musicalidade, em algum nível, está presente na vida de todos…

Segue o video:


Pra colocar um pouco de contexto… o sujeito é o Bobby McFerrin, é o sujeito que compôs “Don’t Worry, Be Happy”… ele começa o video dizendo algo sobre expectativas… o resto vocês viram…
A escala que o povo cantou é uma escala pentatônica… e eu arriscaria dizer que nem metade das pessoas que estavam ali sabia o que é uma escala pentatônica (se não fosse um evento indiretamente músical, eu diria que nem 10% saberia), no entanto, a escala saiu… eu achei o cara extremamente carismático… e a experiência curiosa…

Post curto… é isso… espero que tenham gostado do video…

Saturday, August 22, 2009

Blah...

É a primeira vez em semanas (ou meses) que eu, por vontade, e não por “necessidade” resolvo sentar pra escrever… a consequência positiva disso é que eu consigo olhar para os tópicos que eu tenho na fila e escolher um…

O tópico de hoje é mais um proveniente dos “7 Hábitos”… e tem a ver com a responsabilidade… muito provavavelmente já tem gente ficando cansada desse assunto, mas vejo que essa refllexão se faz necessária…

Creio que esse post será curto…

Eis uma frase que eu li no livro: “Cada vez que pensamos que o problema não é nosso, essa atitude é o problema.”

Particularmente, eu enxerguei “problema” nessa frase com o sentido de “culpa”… e eu já escrevi sobre isso aqui… mas eu vim dar um exemplos de como essa coisa se manifesta…

Casos verídicos…

No primeiro caso que eu gostaria de mencionar, uma pessoa fez um comentário que não agradou alguém… eu conversei com as duas pessoas envolvidas… obviamente, como talvez muitos já possam concluir, eu, na minha característica neutralidade, achei que ambos estavam errados… por um lado, pelo fato de terem se deixado atingir por comentário tão banal (sorry, mas não serei específico com relação ao conteúdo)… é curioso como a opinião negativa sobre algo nos incomoda… o mesmo incômodo não seria gerado se a opinião fosse positiva e vinda da mesma pessoa… o que me leva a concluir que, no fundo, no fundo, o comentário incomoda quando os incomodados acham que o comentário é verídico… quando têm a mesma opinião, embora exteriorizem o contrário… bom, ok… a crítica aqui vem do fato de não estarmos no controle do nosso nível vibrátil, o que faz com que fiquemos “com a guarda baixa”… blah… no contexto das minhas intenções de hoje, o problema maior está nas pessoas que fizeram o comentário… dias/semanas após o ocorrido, em conversa com os donos do dicurso, eu falei da reação que tiveram com relação ao comentário… muito estava sendo produtivamente discutido até que soltaram um “cara, se não gostaram do que falamos, o problema é dela” (ops, deixei escapar que foi com uma mulher… blah)…
Nesse ponto, eu não argumentei mais nada… ao fazerem esse comentário, o que provavelmente fizeram? Pararam de pensar… não se questionaram se o comentário passou pelas “três peneiras”… e é difícil vermos um comentário reprovar nas três como esse… mas tudo bem… na cabeça dessas pessoas, se alguém não gosta do que você fala, o problema é de quem ouve…

Aliás, vou mudar o foco do tópico da minha intenção inicial pra falar das três peneiras… ah, não! Vou falar outra coisa…

Gente, sabe aquela coisa de lâmpada mágica e três desejos? Bom, se eu tivesse um único desejo, eu sei exatamente qual seria… o meu desejo seria: que a ironia seja extinta!

É sério… eu não vejo nada de útil na ironia… porque algumas pessoas não conseguem ser francas? É muito mais fácil, honesto, honroso e simples você dizer o que pensa… dizer o que quer… por que fazer uso da ironia? Eu, particularmente, enxergo pessoas irônicas como pessoas fracas, que não conseguem ou têm medo de se impor… medo de se abrir… medo de se revelarem… de realmente mostrar quem são… se você normalmente faz uso da ironia, pare e pense… do que você tem medo?

Só pra constar, talvez eu abra uma exceção para os que usam a ironia para fins de humor, mesmo assim, eu não considero a ironia humorística como humor inteligente… sorry…

Bom, desculpem o post desmotivacional-melancólico… mas fica pra reflexão:
1. A frase: “Cada vez que pensamos que o problema não é nosso, essa atitude é o problema.” Stephen Covey
2. A história das três peneiras… (procura no Google caso não tenha ouvido falar disso ainda)
3. Essa pseudo-reflexão sobre a ironia…

Pretendo, em breve, escrever sobre um ponto de vista interessante que eu li sobre o conceito de sucesso…

É isso…

Saturday, August 15, 2009

Loucuras...

Uma vez li e concordo com a frase: “Many of the ideas I sell for money, today, came to me when I was not doing what I was supposed to do. Procrastination rules!” - isso vale pra mim no trabalho inclusive… melhor que não fazer o que você deveria, é fazer o que o você fez em vez de fazer o que você deveria se tornar o que você deve fazer a partir daquele momento… é assim que a gente começa a ganhar responsabilidades mais interessantes…

Um outro raciocínio que eu acho que segue mais ou menos a mesma linha é: “The best decisions I made were the ones I thought least about”… e nisso, eu posso incluir um MONTE de coisas que eu fiz… e a última dessas decisões foi a de comprar um piano… não sei tocar… fiz aula de teclado antes de eu completar 10 anos (pra quem não sabe a minha idade, digamos que ano que vem, eu poderia dizer “fiz aula há mais de 20 anos”)… vamos ver no que dá…

Hoje escrevo só pra dizer isso… quem sabe em breve eu não posto um video aqui…

Agora sou Newton, violeiro e pianista... \o/

É isso…